Pela saudade que perdura
Nos dias, neste tempo precioso
Sinto meu amor, confiança e afeto
Pois não tardará o fim do momento doloroso
Provavelmente 2004
Posts de Fevereiro, 2008
Sem título #1
Publicado em Uncategorized em Fevereiro 3, 2008 | Deixar um comentário »
Reinos perdedores
Publicado em Uncategorized, etiquetado poema, poesia em Fevereiro 3, 2008 | Deixar um comentário »
Não crê nisso tudo,
Não crê
Isso não passa de uma convenção
Não crê em tal junção
Em tal junção de idéias,
Em convenção por demonstração
Pela insegurança tida
Do medo causado
Não crê em corações alheios
Que de coração nada têm
Pois alheio às idéias postas
Coração nada tem a ver
Não crê nisso tudo,
Na bobagem de querer
Ou querer provar que não quer
Não crê
Não crê em [...]
Horizonte mórbido
Publicado em Uncategorized, etiquetado bucolismo, paisagem, parnasianismo, poema, poesia em Fevereiro 3, 2008 | Deixar um comentário »
Ouvi as rochas
A chuva
O sonho
Roube me…
Destroço da paciência
Perca-me,
Falsa e ingênua inocência
Dos rochedos que tratei,
Que falei…
Referência mórbida
Morbidez da paisagem
Tórrido horizonte,
Que me tens em choro,
Como sempre tens a mensagem
Há metros de gramado
Verde eterno, sepultado
Mal tratado, idolatrado
Virtudes em vão…
Te tenho em versos, mas,
Te tenho em mãos?
O pôr-do-sol, pôe-se ao chão
12/03/2002
Dor só
Publicado em Uncategorized, etiquetado amor, dor, poema, poesia, solidão em Fevereiro 3, 2008 | Deixar um comentário »
A dor é pertinente,
É relevante,
Suportável, mas,
Dor dormente
Na latência rara,
A dor é dia
À noite em sonhos
É nada mais que dor latente
Quando se tem em vista
A doçura do valor do dia,
A dor é só isso:
O amor do só, tardia
A dor só, só não é doce
Mas nem sempre amarga
É apenas dor,
Dor calada
Calada no silêncio
Que se outorga pelo que [...]
Campos de fel, campos de mel
Publicado em Uncategorized, etiquetado alegria, antítese, paradoxo, poema, poesia, tristeza em Fevereiro 3, 2008 | Deixar um comentário »
Teu fel traz,
O ferrabrás
Da esperança
Que o sentido tardio,
Teu fel traz
O ferrabrás
Sem mais drogas,
Sem mais medos,
Nem torpedos
Teu fel traz,
Teu mel faz
Do que é tosco virar belo
Sincero,
Perdido no branco, girassol
Vermelho, escarlate, girassol
Dos campos de sonhos
Soberanos à aurora
Boreal, aurora boreal
Sentado nos campos
Melodia?
Viajo ao passar do dia
19/04/2002
O fim, do dia
Publicado em Uncategorized, etiquetado bucolismo, dia, poesia em Fevereiro 3, 2008 | Deixar um comentário »
Ao desprazer do fim do dia
Vejo a noite descer,
Aprecio esta sim,
Mas é o fim, é o dia a morrer
A noite é, ao entristecer do dia,
O que é o amor na agonia tardia
De quando chovia
E quando chovia,
Era o dia a lagrimar
Pelo fim que teria
A noite a tardar
O vespertino também havia,
E nas janelas em que achuva batia,
O [...]
Hello world!
Publicado em Uncategorized em Fevereiro 2, 2008 | 1 Comentário »
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